terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Museu encantador GHIBLI

Museu do anime no Japão

Personagens do mestre do anime, Hayao Miyazaki, ganham vida em atração turística em Tokyo. O lugar é tão disputado que é preciso comprar ingresso com 3 meses de antecedência


por Redação Made in Japan
31.12.2008
Divulgação
“Mãe, eu quero um desses em casa!” - O Neko-bus de “Tonari no Totoro”(1988) é o personagem mais querido do museu. Apesar dos protestos, é só para menores de 12 anos.
Apesar dos pais se preocuparem com a educação dos filhos, um museu dificilmente seria a primeira opção para um dia de passeio com a criançada.
“Professora, quem é esse grandão?”
DivulgaçãoTodos se impressionam com a réplica do robô de “Castle in the sky” (Tenkuu no shiro Laputa), primeiro longa-metragem do Studio Ghibli. Toda a ambientação do museu tem conexão com as obras de Hayao Miyazaki, que demorou mais de 3 anos apenas para finalizar o projeto de construção.
A imagem que todos costumam ter de um museu é a de um ambiente careta, sério, e muitas vezes sem graça.
Mas, o que esperar de um museu idealizado pelo Studio Ghibli, de Hayao Miyazaki, mago da animação japonesa e criador de personagens como o monstro Totoro, que há quase 20 anos faz parte do imaginário de crianças e adultos de todo o Japão? Simples, espere o melhor. E seja persistente, porque o museu é tão famoso que pessoas do mundo inteiro tentam comprar o ingresso com meses de antecedência.
“Vamos nos perder juntos” é o tema desse museu cheio de atalhos e passagens secretas, desenhado pelo próprio Hayao para que as crianças “se percam” dos pais e entrem em uma divertida viagem em que a única coisa que precisam fazer é seguir os próprios instintos.
O Museu Ghibli é quase todo interativo: praticamente todos objetos e máquinas do ambiente foram feitos para que a criança, guiada pela curiosidade, mexa, toque, aperte e abra qualquer coisa que veja pela frente.
Divulgação
“Posso tocar mesmo?”. Nem mesmo as crianças mais atiradas acreditam que grande parte dos objetos está lá para ser tocado. Elas olham desconfiadas para o atencioso staff do museu, que os autoriza a fazer a farra, literalmente.
DivulgaçãoCompras - A lojinha “Mama Aiuto!” vende todos os tipos de souvenir baseados nas animações do Studio Ghibli. Desde pequenos chaveirinhos para celular, até enormes réplicas das inúmeras naves, robôs e seres inclassificáveis criados pelo rei da animação japonesa.Apesar de tantos outros clássicos produzidos pelo Studio Ghibli, os personagens de “Meu Vizinho Totoro” (Tonari no Totoro), de 1984, ainda são absolutos em relação às crianças.
O maior sucesso do museu é o “Neko-bus”, um enorme gato de pelúcia em formato de ônibus no qual a molecada se amontoa, pula e se diverte como nunca. Um programa obrigatório para todos que possuem um filho pequeno. Se ele já não for tão pequeno assim, continua sendo uma bela dica para um dia de folga em família.
Museu Ghibli
Quando: das 10h às 18h. Fecha em feriados
Local: Tokyo
Tel: 0570-055777
Site: www.ghibli-museum.jp
Como chegar
Pegue o trem expresso da linha JR Chuou. Desça na estação de Mitaka, saída pela face Sul. Há ônibus especiais que saem diretamente para o museu, com apenas 5 min de viagem. O preço da passagem é de 200 ienes.
Venda:
As reservas são feitas em japonês
Reservas pelo telefone: 0570-084-003
Reservas pela internet ou pelo celular: www2.lawsonticket.com
A retirada dos ingressos é feita exclusivamente“¨nas lojas LAWSON (todo dia 10 do mês)
Divulgação
Logo após o portão de entrada, Totoro - personagem-símbolo das produções de Miyazaki - recepciona os visitantes que vem de todos os cantos do mundo.
DivulgaçãoO criador
Hayao Miyazaki é um dos mais famosos e respeitados criadores de anime. Seu apelido no meio cinematográfico é “Walt Disney japonês”. Isso por causa da qualidade do seu trabalho, as histórias que encantam pessoas de todas as idades e a sua adoração pelas crianças. Além de ser o “pai” do personagem Totoro, criou os filmes “A Viagem de Chihiro” e “O Castelo Animado” - sucessos em todo o mundo.
Miyazaki nasceu em Akebono, bairro localizado em Tokyo, em 5 de janeiro de 1941. Na sua adolescência, sofreu com a doença da mãe: tuberculose espinhal que a deixou de cama por nove anos. O longa Meu Vizinho Totoro é uma homenagem a essa fase da vida do criador, e muitos críticos consideram esse desenho animado como autobiográfico.
Veja Também
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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

BI RAIN


o coreano Bi Rain que, na verdade, se chama Jung (Jeong) Ji Hoon. Bi é a palavra coreana para Rain (“Chuva”, em inglês). Ele nasceu em 25 de junho de 1982, em Seul, capital da Coreia do Sul, e é a celebridade da vez na Coreia, no Japão, em Hong Kong, em Taiwan e na Tailândia. Para vocês terem uma noção, o gato tem sido considerado o Usher ou o Justin Timberlake asiático.
Meu video  preferido dele:
http://www.youtube.com/watch?v=F9fO3s0S4Iw&feature=related 



Ele descobriu sua paixão pela dança na sexta série do colégio, quando fez uma performance num show de talentos do colégio Sungmoon Junior High School. Na adolescência, fez parte de uma boyband chamada “Fanclub”.
O gato perdeu sua mãe, em 2000, durante a batalha contra a diabete. Nesse mesmo ano, Bi Rain foi chamado pela JYP Entertainment, liderada pelo produtor coreano Park Jin-Young, que trabalhou com artistas americanos, como Will Smith, Mase e Lil’ Kim.
Em 2002, ele estreou com o álbum “Bad Guy”, em que foi introduzido à mídia com o nome artístico. A música que dá nome ao álbum foi um sucesso total. Depois de seu primeiro álbum, ele se desligou da carreira de cantor para estrelar numa série dramática, chamada “Sang Doo! Let’s Go To School”. Logo depois, sua segunda obra musical foi lançada, chamada “How to Avoid The Sun”, e, assim, alcançou as paradas de sucesso com “Ways to Avoid the Sun”.

Em 2004, Bi Rain participou de outro drama, chamado “Full House”, que foi transmitido para diversos países, inclusive Filipinas, Malásia, Indonésia, Cingapura, Vietnã, Tailândia, China, Japão, Taiwan e Estados Unidos. Foi por meio dessa série de TV que ele ficou conhecido muito além da Ásia. Aliás, sua interpretação lhe rendeu um prêmio de “Melhor Ator” pela KBS Acting Awards.

Seu terceiro álbum, “It’s Raining”, vendeu mais de um milhão de cópias no continente asiático. Além disso, ganhou os prêmios de “The Favorite Korean Artist” (“Artista Coreano Favorito”), em 2005, pela MTV Asia Aid, sediada em Bangkok; de “The Most Popular Asian Artist” (“O Mais Popular Artista Asiático”), do Channel [V] Thailand; de “The Best Buzz Asia”, durante o MTV Video Music Awards Japan 2005; e de “Best Korean Singer” (“Melhor Cantor Coreano”) na MTV-CCTV Mandarin Music Honors em Pequim.

Bi Rain foi o primeiro artista asiático a ser convidado para o American MTV Video Music Awards, em 2005, em Miami, assim como para o MTV Latin Video Music Awards, no México. Todos esses privilégios deram muito espaço para o gato na mídia, inclusive entrevistas para o Time Asian Edition e CNN Talk Asia.
Ele entrou na turnê “Rainy Day 2005 Tour”, que começou em Seul, sua terra natal, e partiu para Tóquio e Hong Kong. Por conta de sua fama e de suas performances extravagantes, os ingressos se esgotaram rapidamente. O seu primeiro show em carreira solo no Japão foi tão popular que todos os ingressos foram vendidos em 30 segundos. Já os tickets para outro show em Taiwan acabaram no momento em que ficaram disponíveis para venda. Em 2007, apareceu na lista da revista People como uma das pessoas mais bonitas do mundo.

Quer ouvir e ver Bi Rain?
Veja o videoclipe de “It’s Raining”
TV
2002: “Orange”
2003: “Sang Doo! Let’s Go To School”
2004: “Full House 1”
2005: “A Love to Kill”
2009: “Full House 2”
Filmes2006: “I’m a Cyborg, But That’s Ok”, como Park Il-sun
2008: “Speed Racer”, como Taejo Togokahn
2009: “Ninja Assassino”, como Raizo
Álbuns
2002: “N001”
2002: “Rain 2”
2004: “It’s RAINing”
2006: “Eternal Rain”
2006: “Rain’s World”
2008: “Rainism”
2008: “Rainism Special Asian Edition”



Gostou? Conte para a gente quem mais você quer ver por aqui!

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Namoro entre coreanos e estrangeiros

Como tenho recebido perguntas sobre o assunto, trago aqui  o post de um brasileiro que vivendo na coreia, tem um blog sobre coisas de lá , muito interessante, e fala sobre sua experiencia  .



Namorado(a) estrangeiro(a) e a família coreana

Tem gente que me pergunta sobre o assunto, então resolvi traduzir um post de um dos meus k-blogues favoritos, o Stuff Korean Moms Like (Coisas de que as Mães Coreanas Gostam). O blogue é escrito por uma americana-coreana, cujos pais são 100% coreanos, só para entender o contexto. A autora do blogue (Chiyo) enumera os posts em tópicos bem-humorados, e o que vou traduzir abaixo é o número 20.

#20 Casando as pessoas
Elas adoram isso. Se você é solteiro e tem entre 24 e 40 anos, sua Mãe Coreana está tentando te casar com alguém. Não negue. O quanto antes ela te casar, mais cedo ela vai se tornar uma halmeoni (vovó) e deixar de ser uma mera ajumma (mulher coreana casada e mais velha). Mas você não pode se casar com qualquer um. Sua Mãe Coreana está planejando te casar com um médico ou advogado coreano, e talvez se ela for mais liberal e aberta, um empresário coreano. 
À medida que você envelhece, as tentativas de te casar vão crescer. Ela vai recorrer até mesmo a um casamento arranjado com alguém na Coreia que está querendo ter um greencard. Alguém que você nem conhece e cujas fotos foram "photoshopadas" (...aquele cara da foto que ela te mostrou? O que mora em Daejeon e trabalha na Samsung? Na verdade ele é careca, tem 1,50m e o dente torto... mas você não vai ficar sabendo disso antes do dia do casamento).
Ela não vai nunca nunca nunca, repito... nunca... ficar feliz com você se casando com alguém de uma destas categorias: branco, negro, japonês, sul-asiático, alguém que esteja "tentando descobrir o que quer da vida", artistas ou pastores. Ela pode até dizer no final das contas que está OK... mas bem no fundo não está. Principlamente porque ela nunca mais vai poder contar vantagens sobre você (veja o #18). 
A última categoria da lista é considerada sentença de morte para uma Mãe Coreana que não quer ver sua filha sofrer nas mãos das outras mães coreanas na igreja do pastor. Se a filha realmente escolher se casar com um pastor e sua mãe de alguma forma aceitar, ela vai reclamar, mas secretamente vai gostar do fato de que "deu à luz uma filha santa". Se você escolhe se casar ou namorar uma pessoa de qualquer outra categoria da lista, prepare-se para ver seu/sua parceiro(a) experimentar rejeição e uma elevada forma de tratamento silencionso sempre que estiver na presença da Mãe Coreana.
Se você atualmente namora ou é casado(a) com qualquer um da lista cima... eu te saúdo. Você é meu herói.

É claro que a autora, por ter "sangue coreano", se sente na liberdade de escrever coisas que, vindas de outra pessoa, soariam mais pejorativas. Num outro post ela até diz que "toda Mãe Coreana é racista", não importa o quanto ela negue. E ela sempre escreve com bom-humor, o que torna tudo mais leve.

Então vamos ao que me perguntam: "Os pais da sua namorada te aceitam na boa?" Resposta: "Não. Você não leu o post acima?"

A resposta é "não" por causa do "na boa"... Não interessa o quão aberta a família coreana seja. O ideal para eles é que seus filhos se casem com coreanos. Ponto. Os motivos podem ser raciais, culturais, linguísticos ou geográficos (todos os quatro pontos pesam contra mim), mas a verdade é que um relacionamento intercultural/interracial está longe de ser aceito como "normal" na Coreia.


Eu ainda nem conheço os pais da minha namorada. Um dos motivos é que aqui normalmente não se apresenta o namorado para os pais tão cedo, mesmo que seja coreano, porque isso pode significar que o casal já tenha planos de se casar logo. Sendo um namorado estrangeiro então, cuidado redobrado. Outro motivo é o preconceito (o conceito pré-formado) sobre os homens estrangeiros na Coreia: o cara que vem pra cá só pra se divertir, comer as menininhas e depois sumir. Inclusive programas de TV contam essas histórias, sendo a maioria sobre professores de inglês ou soldados estadunidenses.

A minha sogra quase chorou quando soube que sua preciosa filha tinha arrumado um namorado brasileiro. Fez o maior drama. Segundo ela, a primeira imagem de brasileiro que lhe veio à cabeça foi o Ronaldinho Gaúcho. Depois um índio, com um toco atravessado no queixo, que viu no documentário da MBC sobre a Amazônia. Não entendia por que, com tanto homem coreano solteiro neste país, a filha dela tinha que se engraçar logo com alguém que (pra ela) saiu da floresta amazônica, que fica logo atrás do sambódromo do Rio, cheio de gente pelada rebolando.

Mas depois ela me viu na TV, quando apareci na KBS. Não deve ter me achado muito bonito, mas achou que foi melhor que o Ronaldinho Gaúcho. Viu também que eu me esforçava para falar coreano. No aniversário dela, mandei flores. A resposta foi positiva: no ano novo lunar, ela me mandou comidas que tinha preparado, como forma de agradecimento.

E por enquanto estamos nesse telefone sem-fio. Contudo, tenho outros amigos brasileiros que também moram aqui, que estão casados ou namorando coreanos(as), e já venceram essa difícil barreira da aceitação por parte da família. Na maioria dos casos levou anos, mas agora são até mais bem tratados pelos sogros do que esperavam.

Agora, se você quer uma relação de poder fazer xixi de porta aberta, esqueça. Tá pensando que tá na casa da sogra?

terça-feira, 30 de novembro de 2010

AMATERASU


(Gloriosa Deusa que Brilha no Céu)

Amaterasu é uma deusa shinto do sol; ela é a ancestral mítica da família real do Japão. Seu nome completo é Amaterasu-o-mi-kami, que significa "Gloriosa Deusa que Brilha no Céu".
Amaterasu também é considerada a criadora do cultivo de arroz e da farinha, do uso do bicho-da-seda e de tecer com um tear.




Seu santuário mais importante, o Santuário Ise, está localizado em Ise, na ilha de Honshu, no Japão. O templo é demolido e reconstruído à cada vinte anos, desde o ano de 690, pois a religião shinto enfatiza a pureza e limpeza. Nesse templo, ela é representada por um espelho. Galos, que andam em profusão no solo do templo, são sagrados para ela, pois saúdam o sol a cada manhã.


É o sol nascente, o símbolo de Amaterasu que aparece na bandeira nacional japonesa e o povo a saúda todas as manhãs com orações e palmas. Pipas e flechas celestiais também são seus símbolos.
Ela é homenageada, todo dia 17 de julho, com procissões de rua por todo o país. Ela também é celebrada no dia 21 de dezembro, no solstício de inverno, pelo o nascimento da luz, quando saiu da  caverna e restituiu o calor e a luz ao mundo.


Amaterasu - Versão 1




Para entender porque Amaterasu Omikami é objeto de tamanha devoção, deve-se pesquisar suas origens. Existem diversas versões da história de sua criação.



Uma relata que os dois deuses criadores, Izanagi no Mikoto (Homem que convida) e Izanami no Mikoto (Mulher que convida), descendentes diretos dos céus, e que juntos produziram várias ilhas do Japão, além de montanhas, rios e mares que o cercam. Então eles se comprometeram com a sua maior obra: gerar uma grande deidade que pudesse governar sobre todos esse domínios.

Primeiro, eles procriaram Amaterasu Omikami, cujo resplendor brilhava nas seis direções (norte, sul, leste, oeste, acima e abaixo). Os divinos pais estavam tão encantados com esta criança que, imediatamente a enviaram aos céus e a fixaram lá para que governasse sobre tudo que ela pudesse enxergar. Depois, Izanami e Izanagi criaram Tsukiyomi no Mikoto, o Deus da Lua, que eles também enviaram aos céus e designaram como o consorte celestial de Amaterasu, para governar junto com ela. Em seguida, os deuses criadores geraram uma "Criança Parasita", que no entanto surgiu tão mal feito e deformado, que eles, com grande pesar, colocaram em um bote e abandonaram-o ao vento. Por último, Izanami e Izanagi procriaram Susanoo -no-mikoto, o Deus da Tempestade, a quem eles inicialmente deram o domínio sobre os mares, mas depois o enviaram para baixo para governar Yomi, o submundo das trevas.

Entre outras coisas, este mito deixa claro a supremacia de Amaterasu, desde seu nascimento, de maneira a refletir sobre a inquestionável moral e superioridade espiritual sobre seus irmãos e irmãs.

Amaterasu - Versão 2



Em outra versão da origem de Amaterasu e seus irmãos e irmãs, o deus Izanagi é seu único progenitor. De acordo com a narrativa, Izanagi desejava criar uma deidade que fosse notável para governar o Universo visível. Depois de muito pensar, ele pegou um espelho com sua mão esquerda e dele produziu Amaterasu Omikami. Então ele pegou outro espelho com sua mão direita e criou Tsukiyomi no Mikoto. Depois disso, Izanagi virou sua cabeça e olhou de soslaio, e desse gesto Susanoo emergiu como um ser.

Amaterasu - Versão 3

A terceira versão da origem da Deusa do Sol consta no Kojiki. Esta interpretação da história, a coloca em um contexto muito mais sombrio, envolvendo o conceito de morte, putrefação e a necessidade de purificação.

A narrativa aborda tudo isso, tendo como ponto de partida nas várias ações criativas, pelas quais Izanagi e Izanami produziram as ilhas do Japão e todo o universo natural. Tudo parece estar indo bem, quando de repente Ianami dá à luz a Kagu-Tsuchi (Criança do Fogo), que queima seu ventre quando sai. Gravemente ferida, Izanami adoece e morre. Profundamente perturbado, Izanagi desce até Yomi, na esperança de trazer de volta sua amada esposa.

Ele consegue encontrá-la e falar com ela, mas então, em um aterrorizante reverso do destino, ele descobre que sua carne estava em decomposição, sendo comida pelos vermes. Horrorizado, Izanagi foge e ele quase perde sua vida. Ao atingir o mundo superior, ele se sente maculado e impuro. Por isso, decide se purificar. Ao se banhar, ele lavou primeiro seu olho esquerdo e fez nascer a grande deusa, Amaterasu Omikami. Então ele lavou seu olho direito e criou Tsukiyomi-no-mikoto. Finalmente Izanagi lavou seu nariz e dele surgiu Susanoo -no-mikoto.


As relações entre Amaterasu e seu irmão mais novo eram instáveis desde o começo. Susanoo parecia ser o proverbial criador de danos, pregando malvadas peças e aborrecendo constantemente sua irmã mais velha. Além disso, ele parecia incapaz de aceitar a trágica morte de sua mãe. Seu choro constante e lamentações causaram o definhamento das florestas nas montanhas e os rios e córregos secaram. Finalmente, seu pai Izanagi mandou que ele deixasse o domínio terrestre e descesse para Yomi. No entanto, antes de partir, Susanoo decidiu visitar sua irmã pela última vez. Ao se aproximar, ele fez tanto barulho que as montanhas e rios tremeram. Ao encontrar Amaterasu, ele lhe disse que não pretendia prejudicá-la, que queria apenas se despedir, antes de partir para o reino onde estava sua mãe. Amaterasu ainda suspeitava, mas Susanoo propôs que, como sinal de sua amizade, eles poderiam gerar um descendente, se desejassem. Seu divino ato de procriação assumiu a forma de uma devoração recíproca de seus mais sagrados talismãs; ele consumiu o colar de Amaterasu e ela sua espada. Deste ato, vários deuses e deusas foram criados, dentre eles Ame no Oshi-ho-Mimi no Mikoto (Realmente eu conquistei a Velocidade Celestial da Grande Venerável Figura), que depois se tornou  o ancestral da linhagem imperial japonesa.

No entanto, a afeição resultante dessa troca de energias criativas provou ser curta. Quando Susanoo retornou para ver Amaterasu, ele estava selvagem e irresponsável. Ele destruiu a  divisão dos campos de arroz, feita por Amaterasu e a preencheu com fossos. Então ele jogou excremento no palácio de sua irmã. Depois disso, Susanoo encontrou Amaterasu sentada em um grande saguão, olhando outras deidades tecerem celestiais peças de vestuário. O Deus das Tempestades abriu um buraco no telhado e atirou um cavalo morte no saguão. As deusas que teciam ficaram tão assustadas que muitas se feriram e algumas chegaram a morrer. Amaterasu ficou tão horrorizada com o incidente, que se escondeu em uma caverna funda, no centro da terra, chamada de "Caverna Rochosa" e se recusou a sair. Como resultado, o mundo mergulhou na escuridão.


Os deuses penduraram o Yata no Kagami (Espelho de Oito Lados) e as curvadas jóias Yasakani no Magatama, na sagrada árvore sakaki, localizada em frente à caverna. Por meio desses artifícios, eles esperavam iludir Amaterasu que ainda havia luz no mundo, apesar de sua ausência. Enquanto isso, a deusa Ame no Uzume subiu encima de uma tina invertida para dançar. Tomada pela excitação de sua dança, ela despiu toda a sua roupa. Isos fez os oitocentos deuses rolarem de rir. Eles riram tão alto que despertaram a curiosidade de Amaterasu.




Como Amaterasu abriu a entrada devagar e suavemente, os galos começaram a cantar, as jóias Magatama brilharam e o espelho pendurado na árvore refletiu sua luz. Ela então pensou de havia alguém ou algo igual a ela, iluminando o mundo.



Quando ela abriu a entrada um pouco mais, a deidade Ama no Tajikara-wo no Kami (Deidade Masculina da Mão Forte), que estava esperando atrás da entrada, puxou Amaterasu para fora e gentilmente bloqueou a caverna.


Amaterasu concordou em permanecer no mundo visível e nunca mais se retirar. No entanto, ela ainda estava zangada com Susanoo e queria que ele fosse punido pelo que havia feito. Os deuses decidiram exilar Susanoo. Eles cortaram sua barba e bigode, arrancaram suas unhas das mãos e pés e o chutaram fora dos céus. Castigado, ele desceu na região de Izumo e decidiu se corrigir. Logo depois, Susanoo derrotou o dragão Yamato no Orochi, que estava saqueando a região de Izumo há muito tempo.

Quando o vitorioso Deus das Tempestades encontrou na cauda do monstro uma maravilhosa espada, Kusanagi no Tsurugi (Cortador de Grama), ele decidiu dá-la a Amaterasu como uma oferenda apaziguadora para se retificar de suas danos.

Enquanto isso, Amaterasu tinha planos ambiciosos para seu primeiro filho, com Susanoo, Ame no Oshi-ho-Mimi no Mikoto. Depois de se consultar com Takami-Musubi no Mikoto (Altamente Venerável e Desenvolvido, os Três Deuses Primordiais), dois deles concordaram em enviar Ame no Oshi-ho-Mimi à terra, para impor ordem no desregrado mundo terrestre. No entanto, o último deus ficou parado por um tempo na Ponte Flutuante dos Céus e ceticamente, analisou o mundo abaixo; então ele decidiu que a terra por demais incontrolável e retornou aos céus. Amaterasu e Takami-Musubi então se aconselharam com outro deus celestial e resolveram enviar Ame no Hohi no Mikoto (outro descendente de Amaterasu e Susanoo) para tentar novamente. Mas Ame no Hohi não voltou com nenhuma notícia. Isso frustrou profundamente is oitocentos deuses celestiais; então eles enviaram o um grande deus guerreiro, Ame Wakahiko para a terá, armado com um divino arco e flecha. Infelizmente, logo depois de ter chegado a terra, este deus mudou de idéia e esqueceu tudo sobre os céus. Dentro de um curto tempo, Ame Wakahiko se casou com a deusa terrestre, Shitateru-Hime. Oito anos se passaram, sem notícias de Ame Wakahiko. Os deuses estavam muito curiosos; então decidiram enviar Nanaki, o faisão sagrado, cuja tarefa era falar com Ame Wakahiko. Em seu caminho, o pássaro pousou em um galho de uma árvore e foi visto por Ame Wakahiko, que prontamente atirou uma das flechas que os deuses haviam lhe dado. Depois de matar o pássaro, a flecha divina continuou a voar, até aterrisar aos pés de Amaterasu e Takami-Musubi. Os altos deuses imediatamente perceberam que era uma das flechas de Ame Wakahiko. Enfurecidos, eles arremessaram a flecha de volta a terra, onde ela atingiu o coração de Ame Wakahiko e o matou. 
Depois desses acontecimentos, o filho de Amaterasu, Ame no Oshi-ho-Mimi, teve um filho chamado Ninigi no Mikoto. Este jovem deus também era neto de Takami-Musubi, e dessa maneira era duplamente dotado com supremos poderes divinos.

  


Ao enviar seu Venerável neto à terra, Amaterasu confiou a Ninigi as Três Sagradas Regalias: o Yata no Kagami, as Yasakani no Magatama e a espada Kusanagi no Tsurugi.  Quando entregou o espelho, Amaterasu disse a Ninigi: "Respeite este espelho exatamente como se ele fosse nosso venerável espírito e o reverencie como se nos reverenciasse." Ninigi concordou. Com a mente cheia de devoção e lealdade ao seu sagrado dever, ele desceu para terra e iniciou a organização do mundo desregrado.

Logo depois disso, Ninigi se casou com Kono-Hana-Sakuya-Hime (Princesa Florida Brilhantemente como as Flores das Árvores), a filha da deidade Possuidor da Grande Montanha. Eles tiveram dois filhos, Ho-no-susori no Mikoto e Hiko-hoho-demi, dos quais o primeiro se tornou o ancestral de Jimmu, o primeiro imperador do Japão.

Fonte:(Site  da Aliança Cultural Brasil -Japão)








quinta-feira, 18 de novembro de 2010

EVENTO

LEGAL NÉ??...... ABRAÇOS PESSOAL! E OBRIGADA PELA VISITINHA... VOLTEM SEMPRE !

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

SUMI-E

Tal como o desenho, também o material é parco mas essencial: pincéis, tinta da China e papel, de arroz, geralmente; uma mesa baixa ou o próprio chão servem de apoio. Os registos mais simples, por onde começa em regra toda a aprendizagem, são os bambus. O pincel é colocado entre os dedos na posição vertical e humedecido em água, após o que se mergulha na tinta o suficiente para que apenas a ponta fique tingida. Depois, o gesto do braço fará o resto, mantendo sempre a vertical. Tudo está contido no delicado equilíbrio entre a energia e o controlo de cada pincelada, mais do que na pressão do pincel e na opacidade da tinta.
        
É necessário muito treino, grande destreza e concentração para se tornar um artista de sumi-e, capacidade reservada somente a alguns. O desenho/escrita é criado com base numa compreensão profunda do tema representado e num sentir intenso. Praticamente tudo se pode representar, desde animais a figuras humanas, embora os temas tradicionais se quedem pelo reino vegetal: crisântemos, íris, orquídeas, cerejeiras sakura, videiras, pinheiros surgem de modo recorrente.

Não é só o modo como se representa o tema que importa; se assim fosse os desenhos poderiam tornar-se monótonos e repetitivos, uma vez que seguem algumas regras rígidas. Mas não há dois iguais. A composição é muito importante e obedece, também ela, a certas regras canónicas. É na composição que se revela a alma do artista, elegância e harmonia suprema que culmina com a aposição do carimbo com o seu nome.
A palavra sumiê significa “pintura a tinta” em português, e consiste numa técnica de pintura em preto-e-branco originada em mosteiros budistas da China durante a dinastia Sung (960-1274). Levada pelos monges zen ao Japão a partir do século XIV, o sumiê tinha essencialmente temáticas religiosas que representavam elementos budistas, como o círculo, que indica o vazio interior, ou da natureza, como as rochas e a água.
Para o artista, o mais importante é retratar a essência do elemento a ser pintado, e não a mera reprodução de sua aparência exterior. Adotando esses princípios, o sumiê exerce uma dicotomia interessante. Preto-e-branco, concreto e abstrato, água e terra, controle e espontaneidade são manifestações presentes nessa arte, que, a partir do século XV, passou a retratar também pássaros, flores e paisagens. Alguns dos artistas mais importantes do sumiê são datados desse período, destacando-se Sesshu, o primeiro a criar uma linguagem peculiarmente japonesa para o estilo.(retirado da revista made in japan)

Sumi-ê [墨絵]: a arte do essencial


 (www.nipocultura.com.br)
http://www.bugei.com.br
Derivado da caligrafia chinesa e originário dos templos budistas chineses durante a dinastia Sung (960 – 1274), o suiboku-ga chegou ao Japão no século XIV. Sob forte influência zen-budista evoluiu em território japonês para o sumi-ê. Assim como no zen-budismo, o momento da concepção é único, assim, não há dois desenhos iguais. E estes, por retratarem o vivo instante da alma naquele momento único, não comportam correção nem hesitação para não se ferir a pureza e a fidedignidade do estado de espírito revelado nos traços. Os traços devem revelar o wabi – pobreza pura que basta-se a si mesma – a mais perfeita imperfeição. Abandona-se a inteligência intelectual: só a devoção interna é essencial para a criação do natural e do belo. O espaço em branco, chamado “yohaku”, assinala o que não foi expresso. A perfeição completa-se, como no haicai, o que o pincel não delineou.
Diz Masao Okinaka:
“Os elementos básicos do sumi-ê são três: simplicidade, simbolização e naturalidade. O sumi-ê é uma arte subjetiva. A expressão livre que brota por meio da cor sumi e dos movimentos do pincel reflete com serenidade o caráter e a personalidade do autor, induzindo-o ao prazer das descobertas”.
Munidos do suzuri (recipiente para a preparação da tinta), fude (pincel feito com pêlo de ovelha ou texugo), kami (papel de arroz) e do sumi (tinta fabricada a partir da fuligem de plantas e cola), os artistas do sumi-ê pintam, especialmente o shikunshi (os 4 nobres), o que deixa bem claro a profunda ligação desta arte com a natureza. São eles:
  • A orquídea selvagem representa o verão, espírito jovem e é símbolo da graça e virtudes femininas. Esta flor cresce no local mais inspirador de todos, onde a montanha encontra a água.
  • O bambu representa o inverno e significa a simplicidade da vida e a humildade. O tronco simboliza a força e as virtudes do sexo masculino. As sub-divisões do tronco representam as etapas da vida. O centro oco remete ao vazio interior pregado no zen-budismo e por fim, a resistência do bambu representa a estabilidade e caráter inabalável.
  • A ameixeira é o símbolo da esperança e da tolerância. O tronco retorcido inspira dureza e ainda assim carrega consigo a promessa da primavera, que se confirma com o aparecimento dos primeiros delicados brotos em janeiro.
  • O crisântemo por antecipar o inverno desafiando o frio do outono, representa a perseverança, a lealdade e a modéstia. Também simboliza a vida familiar devido ao seu formato circular. É a flor-símbolo da Casa Imperial.
Enquanto o ocidente viu diversos estilos de pintura especializados na realidade, utilizando muitas técnicas de sombras, cores, tons, espaço etc, o oriente focou sua arte no significado.
Uma obra do sumi-ê, assim como toda arte japonesa, carrega o espírito do artista. Fruto da inspiração artística do momento, todo traço é, assim como um golpe de espada, único e cheio de vitalidade, razão porque muitos samurais praticaram o sumi-ê.












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domingo, 7 de novembro de 2010

FESTAS E EVENTOS


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terça-feira, 26 de outubro de 2010

tatuagem japonesa

Horimono e Irezumi - 彫り物 - 入れ墨




A arte de tatuar evoluiu junto com a raça humana. Tornou-se um elemento diferenciador delicada cultural de cidades e aldeias dando uma identidade para o mundo. Nenhuma evidência tempo ou lugar onde apontando tatuagens originado no homem antigo. Uma das mais antigas tatuagens são encontrados gravados nas costas de um homem que foi enterrado nas encostas dos Alpes. Investigações posteriores sugeriram que seu corpo foi enterrado há 5.000 anos. Onde você pode ver as pessoas mais velhas também fascinada por esta arte. Muitas antigas múmias egípcias têm tatuagens simbólicas e religiosas, como as mulheres, apenas na cintura, utilizado para que a deusa da fertilidade, o anseio de ter uma família, seja para pedir a uma criança ou de lhe agradecer por um. Tatuagem no Japão, acredita-se que datam de pelo menos 10.000 anos. Os Ainu, o povo indígena mais antigo do Japão que tem sido relatado, é conhecido por ter usado tatuagens decorativas e para o desenvolvimento social de muitos milhares de anos.  Poderia ser cerimonial ou religiosa. Como a arte de Mehandi, decorando com henna tinta em uma tatuagem que só dura cinco semanas, mãos e pés para o casamento na Índia, e as comunidades judaica iemenita.

Durante o período Edo, a tatuagem começou a florescer como uma forma de arte. O uso de imagens das pinturas da cor de água tradicional, gravuras e livros ilustrados da época como os projetos, a maior recompensa para a paciência ea resistência da dor, seria uma tatuagem de imensa beleza. A palavra japonesa Irezumi (入れ墨, 入 墨, 文身, 剳 青, 黥 ou 刺青) refere-se à inserção de tinta sob a pele para deixar uma marca permanente, em outras palavras, a tatuagem. Essas marcas não são conhecidos os projetos como o estilo de tatuagem japonês, por isso, embora ambos os termos são usados alternadamente, horimono geralmente considerado o termo mais educado. Tatuagens para fins decorativos e espiritual no Japão está começando a se estender pelo menos a partir do período Jomon (cerca de 10.000 aC).


tattoos japoneses são chamados Irezumi (入 墨) ou horimono. Hoje em dia, as tatuagens tornaram-se mais comum entre as gerações mais jovens de japoneses, embora durante anos foi considerado um símbolo que distingue as classes mais baixas da sociedade, ou pior - a máfia japonesa Yakuza ou. De fato, muitos banhos públicos, ou sento (銭 汤) em todo o país não permite a entrada de "homens esclarecidos".


Irezumi são tatuagens que cobrem grandes áreas do corpo, como as costas, por exemplo. Historicamente. tatuagem foi no Japão por mais algum tempo. O povo Ainu, os primeiros habitantes do país, que serve tatuagens faciais e estaduais muitos relatórios que existiam há 1700 anos japoneses totalmente tatuado o corpo.











Quando o budismo chegou da China, ele estava com uma forte influência cultural, e trouxe uma conotação negativa para a tatuagem. Os criminosos eram marcados com tatuagens para punir e difirenciarlos o resto da sociedade.


De 1603 até 1878, conhecido como o período Edo, quando o Japão estava fechado para o mundo, a tatuagem japonesa tornou-se parte do ukiyo-e (浮世 絵), também conhecido como "retratos do mundo flutuante". prostitutas yujo (de alta classe cortesãs japonesas) tatuagens usadas para aumentar a sua atractividade para os clientes.


Em 1827 o artista ukiyo-e Kuniyoshi publicou os primeiros seis projetos Suikoden Heroes, um romance chinês com ilustrações das cenas heróicas envolvendo dragões, animais míticos, tigres ferozes, flores e imagens religiosas. A novela teve uma influência definitiva sobre os projetos Irezumi. A riqueza ea fantasia de Kuniyoshi impressões são usados mesmo nos dias de hoje por alguns artistas da tatuagem.


História da Tatuagem japonesa

Imperial governo Meiji (que durou até início do século passado) proibiu tatuagem considero uma relíquia bárbara do passado. Durante a primeira metade do século XX horimono ainda permaneceu uma arte proibida. Não foi até 1948 que a proibição foi oficialmente cancelada. No período Yayoi (300 aC-300 dC) foram observados desenhos de tatuagem em destaque pelos visitantes chineses. Tais projetos são acreditados para ter um significado espiritual e indicadores de status.




Para a cultura chinesa, que foi desenvolvido antes de os japoneses, a tatuagem foi um ato de barbárie. Quando o budismo foi trazido da China para o Japão levou a uma série de valores, de modo a forte influência da cultura chinesa, fez o povo japonês a mudar seu ponto de vista, como resultado, a tatuagem tem conotações negativas. Tornou-se uma forma de castigo, os detentos foram marcados com tatuagens para punir e identificá-las na sociedade.





No início do período Meiji (variando de cerca de 1.868 para cerca de 1912) o governo japonês, que desejavam projetar uma imagem de um Japão moderno para o Ocidente, tatuagens abolida e fez um comportamento ilegal foi quando Irezumi tomou a conotação de criminalidade. No entanto, os estrangeiros fascinados começaram a chegar no Japão, procurando as habilidades de artistas da tatuagem, e as tatuagens tradicionais continuaram no subsolo.



A tatuagem foi legalizado novamente em 1945, um boato é legalizar a demanda por soldados das forças de ocupação dos EUA, foi um triunfo para Horimono e Irezumi. Mas ele manteve a sua imagem de criminalidade. Por muitos anos, tatuagens tradicionais japonesas foram associados com a Yakuza, a máfia japonesa, e muitas empresas no Japão (como banhos públicos, centros de fitness e fontes termais) ainda proibição clientes com tatuagens.

O Irezumi tradicional está sendo conduzido por artistas especialistas tatuagem, mas é doloroso, demorado e caro: um terno orgânicos típicos tradicionais (que abrange os braços, costas, pernas e peito, mas deixando uma tatuagem livre no centro do corpo ) pode levar de um a cinco anos de visitas semanais para ser concluído e custou mais de US $ 30.000. 

 Tatuagens(significados) 

Samurai

Tatuar um samurai representa estar em acordo com os 10 mandamentos dos Samurais, levar consigo para o resto da vida esses ensinamentos, sintetizados em sua Imagem, vejam quais são:


1) Os quatro G's
Giri significa 'obrigação, dever, justiça' um forte laço que une as pessoas. Gisei exprime 'sacrifício' e representa a dedicação ao trabalho, mesmo afastando-se da família, temporariamente. Gaman quer dizer 'tolerância, perseverança, resistência', é agüentar o que às vezes pode parecer insuportável. Gambaru exprime 'esforço, persistência', a capacidade de se envolver de forma profunda e determinada, manter-se firme e forte.

2) O Ken (visão) e o Kan (conhecimento)
Através da visão do futuro, clara e significativa, a pessoa pode vislumbrar melhor suas possibilidades, que, junto com o conhecimento do contexto e dos detalhes, ajudam a tomar as decisões mais sábias.

3) Melhoria contínua (kaizen)
O samurai está sempre treinando e buscando a perfeição para ser um guerreiro melhor hoje do que foi ontem.

4) Desprendimento (Mu)
O desapego tem fortes raízes na cultura Zen budista que influenciou o Bushido. Os interesses do grupo devem prevalecer, não do indivíduo.

5) Caráter
Outro princípio filosófico que o Bushido importou do Zen foi a idéia de que o trabalho deve ser visto como uma forma de engrandecer o caráter.

6) Atitude mental (Mushin)
O código dos samurais diz: 'É difícil derrotar os inimigos; é fácil derrotar a si mesmo'. Todo o treinamento se concentrava no autoconhecimento que gerava autoconfiança e a decorrente segurança nas decisões em momentos de crise e dificuldade.

7) Confiança (Amae)
Por natureza, o samurai acredita, em primeira instância, que as pessoas, de uma forma geral, são boas e honestas. O pressuposto básico que permeia todo início de relacionamento é a confiança. Compartilhar refeições, trocar presentes, participar de fases da vida são formas de construir o 'amae'.

8) Habilidades escondidas (Ude)
Ao contrário da cultura ocidental, na oriental é comum manter-se escondido mostrando um perfil modesto, restrito, contido e reservado, sem vangloriar-se ou exibir-se gratuitamente, deixando para revelar suas mais importantes forças no momento apropriado e de forma estratégica.

9) Intuição (Haragei)
Entre os samurais, esta característica é fundamental aos seus instintos. Haragei significa 'pensar com o estômago' e era um dos traços que famosos empresários japoneses como Konosuke Matsushita, Soichiro Honda ou Akio Morita compartilhavam. A observância a detalhes, a visão holística, o conhecimento tácito e a disciplina constante na educação fazem parte deste treinamento.

10) Harmonia (Enman)
Das artes marciais à cerimônia do chá, da culinária às manifestações artísticas, tudo o que permeia a cultura japonesa contém elementos que se traduzem em equilíbrio, harmonia. Nos negócios, a paciência é uma virtude que se traduz em longas rodadas de negociação e a busca da compreensão da posição do outro ajuda a encontrar soluções.


Gueixa

Gueixa ("pessoa de artes") são mulheres japonesas que estudam a tradição milenar da arte da sedução, dança e canto. A palavra geiko é usada em Kyoto para descrever as gueixas. Gueixas eram muito comuns no século 18 e 19, e existem atualmente em menor número. Em português a grafia é Gueixa, em japonês a palavra é "Geisha" com a mesma pronúncia. Em Kansai é usada a palavra "geiko" e a palavra "maiko" é usada nos distritos de Kyoto. As gueixas não tem relação com a prostituição; porém, a palavra "geisha girl" tem, e foi usada durante a ocupação americana no Japão, denegrindo a imagem das gueixas. Na China a palavra gueixa é traduzida como "yi ji", que soa como "ji" e em chinês também tem relação com a prostituição. Mas, as gueixas entretem por meio da cultura e das tradições, não pelo sexo. No entanto, durante a Segunda Guerra Mundial algumas gueixas se tornaram prostitutas, o que também prejudicou a imagem delas, deturpando o conceito.

Para se tornar uma gueixa, primeiramente, era preciso, quando ainda criança ou adolescente, ingressar numa casa onde só viviam gueixas (oki-ya), comandadas por uma mulher (okami-san) já experiente, geralmente uma ex-gueixa. Estas casas se localizavam em comunidades só de gueixas (hanamachi, lê-se "ranamáti"), prevalecendo o poder feminino, ao contrário do que acontecia no resto do Japão.

As aprendizes (maiko) eram, desde crianças, especiais, isto é, eram consideradas crianças muito inteligentes e de beleza rara. Elas ingressavam na oki-ya fazendo trabalhos domésticos, como limpeza das casas, lavagem das indumentárias etc, para depois, quando adolescentes, começarem seu rigoroso treinamento para se tornar uma gueixa. Muitas destas crianças eram vendidas por suas famílias para estes estabelecimentos, mas, hoje em dia, a adolescente ingressa por decisão própria, não sendo muito aceita pela sociedade por isto.

Elas aprendiam as artes da dança, pintura, caligrafia, música, dicção, etiqueta, acrobacias, interpretação teatral e tinham que estudar muito, até atingirem uma perfeição, possuindo uma formação privilegiada das demais mulheres japonesas. As gueixas eram as únicas mulheres do Japão que possuíam a oportunidade de alcançarem uma independência, por nunca casarem e nem terem ocupações domésticas, dedicando-se inteiramente à profissão. Outra peculiaridade é o fato de poderem ter filhos, e serão privilegiados somente os do sexo feminino, ao contrário de todo o Japão.

Além de toda a formação intelectual, elas tinham de ter uma aparência impecável: vestiam kimonos cheios de adornos, que pesavam muitos quilos, uma maquiagem que cobria todo o rosto de branco (oshiroi), usavam tamancos de madeira (zori) e tinham que estar sempre alegres e com postura delicada.

As casas onde viviam eram sustentadas por um homem rico e, muitas vezes, casado - o danna. Geralmente esta figura possuía uma gueixa como amante, mas o fato de esta ter contato íntimo com algum homem era raro.


Tartaruga - União Familiar

Elas eram mulheres contratadas por homens poderosos e milionários para entretenimento e atração em festas, reuniões, jantares, e o objetivo delas era tratar seus clientes muito bem, proporcionando momentos de prazer, com boas conversas, para que este descontraísse e se sentisse inteligente. Elas os seduziam com sua beleza, dotes artísticos e encantamento. Cada momento com gueixas pode custar uma fortuna. É um mundo privado, misterioso e para poucos. Maori
Este projeto representa a família de 1º Grau - Filhos e Esposo (a).
A tartaruga simboliza a família e esta circundada de forma a abraçar e as três filhas, representada pelas flores de lótus entrelaçadas traz o significado de superar a todas as dificuldades sempre juntas.
A metade direita representa o pai onde as barbatanas da tartaruga possui dentes de tubarão que significa resistência, adaptabilidade e o Hei Matau (anzol) prosperidade e abundância.
O metade esquerda representa a mãe e tem ondas (mudança, mas também a fertilidade) e um toque, como um símbolo do vínculo que ela representa para a família.
O ponto central é onde todos os elementos se encontram indica família seja central em suas vidas.

 Lotus e OM - Perfeição e Sensibilidade

Perfeição e Sensibilidade

O lótus é uma flor, símbolo recorrente no Budismo, que representa perfeição; suas oito pétalas simbolizam os oito níveis de consciência,  que quando alcançado com plenitude permiti se ter um  melhor conhecimento interior e assim enteder o significado das vibrações do espaço. Já o OM, é uma é parte do processo, do mantra de que tudo foi gerado, o qual tem início a partir de baixo de nosso corpo, na área da nossa barriga,  passa por nossa garganta essas vibrações ao pronunciá-la  “ONNNNNN” suas vibrações atingem o do topo da nossa cabeça e purifica nossos pensamentos e contemplações, para restabelecer a nossa consonância com a essência do nosso mundo.


Carpa

A lenda diz que, a Carpa, tinha que atinguir a fonte do Huang Ho (Rio Amarelo), que atravessa todo o continente chinês, na época da desova, sendo necessário nadar e saltar vales cheios de cascatas até à montanha Jishinhan.
Diz-se que se a Carpa conseguir subir pela cascata Longman Falls (Portão do Dragão), ela se transformará em dragão. Em tatugens a carpa a subir significa força para alcançar os objectivos, determinação em superar um obstáculo, e a descer significa que os objectivos foram alcançados. Na mitologia diz-se que as Carpas sobem o rio para se tornarem dragões, e somente na volta podem ter aquela cara de "mau" como os dragões.


Dragão

O dragão é um clássico da tatuagem um dos motivos mais, popular para homens e mulheres, essa influencia vem da cultura oiental, precisamente da japonesa e chinesa.  Estes lagartos gigantescos, alados  são rememorativos as criaturas pré-históricas se assemelham aos dinossauros que vagaram a milhões de anos na terra, o fato é que ele pode ter existido fora da imaginação humana também.

O dragão representa os elementos beneficentes e malévolos, isso depende em qual parte do mundo ele é representado, exemplo claro disso é nossa cultura que tem o dragão como um símbolo do negativo, clara evidencia disso esta na imagem de São Jorge matando o dragão que representa o ser malévolo e assim se saído soberano na batalha vencida do bem contra o mal.

a China, estas criaturas mitológicas eram o símbolo do sobrenatural e de poder imperial, residindo nos reinos divinos, eles eram freqüentemente representados com  imagens ao redor de nuvens e trovão, assim se tornaram as deidades de chuva para os agricultores. Como uma criaturas de formas inconstantes, se tornaram mitos e lendas de cultura chinesa, é dito que o dragão é o antepassado de pessoas chinesas, no Japão, foi feita uma reivindicação semelhante quando um certo imperador declarou que ele era um descendente direto de um dragão poderoso e imortal. Não é surpreendente que a imagem do dragão apareça nos roupões dos imperadores, enquanto significando os poderes protetores do dragão como também o poder temporal do imperador.

Os Dragões representam os quatro elementos, conseqüentemente as histórias e mitos de dragões tem ralações com Ar, Água, Terra e Fogo, cada um destes dragões elementares tiveram características sem igual. Além dos dragões elementares havia também dragões especiais sem mito, lenda ou conhecimento, dragões que vigiavam tesouros ou dragões que eram encarregados com tarefas especiais tais como resolver problemas particulares, tais como os orixás de nossa cultura.

Lendas japonesas e mitos formavam a imagem dos dragões e tiveram nas Pérolas de que eles segurava, a representatividade de serem os guardiões da sabedoria e outras jóias ou artigos com propriedades mágicas que carregaram grande poder a esses que possuíram isto. O conhecimento japonês e chinês também está cheio de histórias de criaturas que, pelos atributos especiais, foram se transformado em dragões, como exemplo temos a  Carpa e Koi que pela sua perseverança em viagens e lutas, no final eram transformadas em dragões.

No nono século, o chinês incorporou o dragão em conceitos budistas e arte onde assumiu o papel de proteger Buddha e a lei sagrada de Budismo, eles passaram a serem vistos em cima de portas de templos e em paredes de tumbas, repelindo espíritos maus a imagens de dragões mais comuns são as que apareceram século 9º eles possuem um  corpo longo, escamoso, os pés com garras, chifres pequenos, olhos grandes debaixo de sobrancelhas fechadas, e dentes afiados e quase sempre pintados com as cores do arco-iris.

Os olhares serpentinos do dragão conotaram mal.

Nas batalhas por toda parte os impérios romanos e gregos, os guerreiros ostentaram o emblema do dragão como um símbolo de terror, foram vistos por Vikings em seus  navios, e na culturas Célticas era o emblema de poder soberano.

Onde quer que o dragão aparecesse, sua força e poder eram supremos, se usado como proteção, ou uma força para não ser superado.

Derrotar o dragão era o teste supremo de coragem humana e fortaleza são muitas as lendas de heróis da Grécia antiga que lutavam com os guardiães de lagos e portais.

Hoje nós vemos o dragão em todos seus aspectos fantásticos, divinos e monstruosos a astrologia chinesa diz que se você nascer debaixo do signo do dragão, você será um líder, embora um mandão, e em Feng Shui, quando você coloca moedas do ‘Yang ' Dragão amarrado junto com moedas do ‘Yin ' que chances de felicidades matrimoniais alcançarão alturas divinas.

O desígnio de tatuagem de dragão simboliza nobreza, magia, o poder de transformação e imaginação, perseverança, lealdade, poder e a habilidade para transcender o usual para esses que vencem os dragões do dia a dia, o dragão representa coragem, dever, honra e a frase mais nobre ao meu ver que se seguida a risca ou seja colocada em pratica no nosso dia a dia nossas vidas se transformariam, de forma surpreendente.

E quem entre nós não persegue grandes feitos que revelará o melhor de nós mesmos, se é esse o seu caso você deve se entregar ao poder extraordinário do dragão e telo como como um símbolo que marque seu corpo para eternidade.

Flor de Crisântemo

Flor de Crisântemo é uma das flores mais amplamente cultivadas no mundo, a popularidade do crisântemo cresceu tal que reina como a Rainha do Outono.

Séculos de procriação cuidados e empenho de cultivadores resultaram em uma gama extensiva de cores florais, formas, e tamanhos. Hoje, as cores dessa flor incluem várias sombras de rosa, roxo, vermelho, amarelo, laranja e branco.

 Esta flor nobre foi retratada freqüentemente como um símbolo de perfeição em muitas culturas.

O crisântemo foi cultivado na China para quase 2700 anos e era venerada por sua beleza e como uma erva medicinal acreditava-se que tinha o poder de vida como uma erva lendária, as raízes fervidas eram usadas como um remédio de dor de cabeça ou comido os  brotos jovens e pétalas em saladas também utilizavam as folhas para uma fazer  bebida festiva.

O crisântemo é um símbolo de simplicidade taoísta e perfeição. Outono é a estação desta flor, um tempo de tranqüilidade, perfeição, e abundância que seguem a colheita. Considerando que floresce direito no inverno, também pode simbolizar a habilidade para mediar entre vida e morte, entre Céu e Terra. O nome chinês antigo para crisântemo é " Chu ".
 

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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

,A Associação da Cultura Japonesa convida todos

       
a participarem do evento realizado pelo Escritório Consular do Japão em Porto Alegre



PALESTRA SOBRE KIMONO COM DEMONSTRAÇÃO



“Uma Visão Histórica do Kimono e a Cultura do Kimono nos dias de hoje”


Com apresentação de Shakuhachi (flauta japonesa)

Palestrante: PROF. PAULO W. GICK



Consultor cultural do Consulado do Japão em Porto Alegre, é um estudioso da cultura japonesa de longa data, reconhecido e condecorado pelo Japão, por sua valiosa contribuição na promoção e difusão da cultura japonesa.


Dia: 27 de outubro de 2010 (quarta-feira)



Horário: 19:00h



Local: Faculdade de Educação da UFRGS

Av. Paulo Gama, s/n – térreo – sala 101
Porto Alegre - RS
Entrada Franca



Maiores informações pelo telefone (51) 3334-1299 
  
 
                              Quimono






Kimono literalmente significa "coisa para vestir" e é o traje típico do Japão. Este é constituído por uma longa túnica com pregas especial e é usado tanto por homens e mulheres. Cerca de 50 anos atrás era quase o único vestido do país do sol nascente, mas agora costumes mudaram. Embora na maioria das vezes o vestido usar o japonês Ocidental-estilo em ocasiões festivas ou cerimoniais é essencial usar o quimono. O quimono é constituído por uma peça que se encaixa o corpo de cada pessoa, de modo que o lado esquerdo se dobra sobre o lado direito, exceto as roupas de luto, onde o lado direito é dobrada sobre a esquerda, ou é investido . Acrescenta, uma larga faixa amarrada em um nó simples na cintura chamada obi.





Estilos de kimono


O estilo quimono  depende principalmente do sexo da pessoa que vai usar. Os quimonos projetado para as mulheres tendem a ser mais estilizado variações em relação ao status social, estado civil, época do ano, etc Como o tratamento é artesanal, o tempo gasto desde o início até o final de fabricação pode levar vários meses, deve-se principalmente de seda natural de alta qualidade e detalhes que as estampas e bordados são feitos à mão .



História de Kimono



Originalmente "kimono" foi a palavra japonesa para designar roupa. Atualmente usado para se referir a tradicional roupa japonesa. O Kimono, como nós os conhecemos hoje foi usada pela primeira vez durante o período Heian (794-1119) Antes deste período os japoneses usavam dois ternos, calças ou saias e camisas. Às vezes também utilizado se adequa-obra. No período Heian inventou uma nova técnica para realizar o quimono: o método de corte "linha reta", que envolve cortar pedaços de pano em uma linha reta de corte coserlos.Este alfaiates novo tipo tinha muitas vantagens, porque não tinham se preocupar com a forma do corpo das pessoas. Eles também eram fáceis de dobrar e são adequados a qualquer época do ano. Se tivesse sido dobrado estavam muito quentes para o inverno e roupa de quando eles eram confortáveis para o verão. Estas vantagens ajudou a Kimonos se tornou parte da vida do povo japonês. Na prática de quimono vestindo quimono tornou-se moda. O povo japonês percebeu como combinar cores. A especial sensibilidade evoluiu em torno de combinações de cores. As combinações de cores pode representar qualquer ocasião ou situação estações des até que a classe política do usuário. Durante o período Kamakura (1192-1338) e Muromachi (1338-1573) homens e mulheres usavam quimonos coloridos. Os guerreiros estavam vestidos de cores brilhantes para representar o seu líder, o campo de batalha foi tão cafona como um desfile de moda. Mais tarde, ele representou diferentes classes sociais. O Kimono evoluiu e se tornou uma arte, alcançando um valor econômico alto que as famílias transmitem herança. Durante o período Meiji (1868-1912) o Japão foi influenciado pela cultura ocidental. O governo incentivou a usar roupas ocidentais. Obrigatório militares e policiais usavam roupas ocidentais em eventos oficiais. Agora, essas leis não têm efeito. Na primeira, o kimono não era feito de seda natural (que era feita de cânhamo ou linho), mas quando o Japão foi influenciado pela cultura chinesa (de onde se origina o quimono), começou a ser agregará valor quimono de seda, dando entre alia, social e conotações econômicas. O período Tokugawa (XVII ao século XIX) foi caracterizado como o quimono tirar o máximo proveito da riqueza e da decoraciónHay vários tipos de kimono, com diferentes padrões decorativos e cores, roupas e materiais de acordo com idade, sexo do utente , estado civil, época do ano ou a cerimônia de ir. Os mais espetaculares e variados são os do sexo feminino, e também o mais caro: a Furisode facilmente custar mais de 3.000 euros ,atualmente kimono não é uma vestimenta habitual, mas um vestido de noite e um item de luxo. Kimono modelos que podem ser vistos nas ruas até o início e meados do século XX deixaram de existir e de linho foi substituído pelo de seda e algodão, como os materiais preferidos.




Kimono Tipos




Furisode: O Furisode é um quimono de férias de luxo feita de seda usado por mulheres solteiras mais velhas. As características desta queda são as mangas quimono (duas ou três camadas de luvas), atingindo quase os tornozelos, e totalmente impresso ou cinto obi. Discutido mais adiante quando discutirmos os acessórios obi quimono. No Japão feudal recebeu seu Furisode meninas entre 12 e 16 anos e eu poderia usar para se casar, ao mesmo tempo ser um indicador de que eles estavam em idade de casar e seu marido olhando. Hoje, o Furisode é um vestido que é usado uma vez na vida e que os pais comprem ou aluguem sua filha para uma sessão de fotos e assistir a Seijin sem oi, ou "Dia de Idade.


Montsuki


Para os meninos, a tradição é usar o montsuki em seijin shiki, este é um quimono com haori saia (jaqueta) e hakama e largas começando com o emblema da família. Embora o hakama é um artigo principalmente do sexo masculino, em raras ocasiões podem ser usados por mulheres, por exemplo, em cerimônias de formatura na universidade. É também o vestuário usado por praticantes de kendo aikido e até hoje (masculino e feminino). As sete pregas do hakama simboliza as sete virtudes do caminho Bushido dos samurais. No Japão feudal e como as meninas receberam o Furisode, as crianças receberam a família de samurai capacete Eboshi ou família e os filhos dos nobres do fundoshi (truss usado por lutadores de sumô). Esta tradição por parte masculina é obsoleta: os meninos envolvidos no seijin shiki não conseguem roupas e não é muito comum usar o montsuki.



HOMONGI: O quimono hōmongi feminino é exibido quando um ocidental ouve a palavra. Seda, mas menos impressionante do que a Furisode, com um saco de camada única e muito menos queda. É um kimono formal usado durante a cerimônia do chá e eventos que não estejam relacionados a família, como casamentos de amigos ou Hatsumode. Caminhando ao redor dos parques em uma cidade grande, às vezes podemos ver velhinhas andando, trajando seus hōmongi ou o Tsumugi (diariamente kimono) e sua kasa guarda-chuva ou japonês. O hōmongi foi e é usado por mulheres casadas e solteiras, quando Furisode impraticável.


TOMESODE: O tomesode é o vestido das mulheres casadas durante as cerimônias da família. Um exemplo de uma situação que seria adequado para o tomesode é o casamento de um parente próximo. Há duas versões: a tomesode kuro é preto e é mais formal do que iro tomesode, sempre de cor diferente do branco e é mais adequado para situações de férias. Esta manga quimono é estreito e alto e é liso ou tem família ou imprimir o emblema kamon vezes três ou cinco em branco (nas mangas e costas), como ele aparece na montsuki masculino. A parte inferior é decorada com um desenho contínuo, que sobe a partir da borda do kimono branco, caso tomesode, kuro ou qualquer outra cor ou combinação de cores, no caso de iro tomesode. detalhe da qualidade do bordado


MOFUKU: Estritamente falando, o que mofuku kimono vestido da manhã, mas hoje é usado como roupa de luto. As mulheres vão comparecer ao funeral de um parente próximo vestindo a mofuku. O quimono completamente preto obi, e calçados, incluindo, sem nenhum projeto, exceto talvez os emblemas da família, como no tomesode. A única cor é branca ou as meias tabi, que discutiremos em mais detalhes quando discutirmos os suplementos. No Japão antigo, a cor do luto era o alvo, mas após a abertura para o Ocidente foi aprovada em preto e assumiu esse papel mofuku roupas de luto.

Yukata: yukata O quimono é mais informal. Ao contrário do resto é colocado no hadajuban ou cueca velha para vestir normalmente não precisam da ajuda de outra pessoa. É um quimono de algodão, muito fino, com um colorido e descontraído. O verão é uma promessa, porque você não pode usar nada por baixo (excepto roupa convencional.) Este quimono é necessariamente utilizado no hotel típico japonês e faz parte das comemorações, como o natsu matsuri, ou festivais de Verão e O-bon ou Festival das Lanternas. Mesmo um conjunto quimono simples, ainda exige alguma experiência para fazê-lo. Normalmente, um gaijin (estrangeiro) é muito difícil sem instrução prévia (não, muitos anos lutando com o nó Windsor não contam XD)


TABI: O tabi são meias japonesa com dedão separado. Eles podem ser branco, preto ou azul escuro. Um detalhe sobre a cor é que ela funciona em sentido inverso ao kimono em cores escuras são despreocupados, para uso com hitoe por exemplo, a cor branca é mais formal, como vimos ao descrever a mofuku. Antigamente era considerado má educação para manter o tabi ao caminhar sobre 畳 tatami, mas agora é uma prática aceita.


GETA: O geta são japoneses sandálias de madeira velha e utilidade é clara: o Japão é um país de muitas chuvas e as ruas lamacentas, portanto a única maneira para não manchar o quimono estava usando uma sandália de plataforma, como o geta. O geta ser utilizado sem tabi são tão desconfortáveis como parecem  e os homens e mulheres sofrem igualmente.


Zori: Outro calçado, a ventilação é suficiente e não como sandálias desconfortáveis ou zori são baixos. Nos tempos antigos, se a cidade geta sapatos foi para viagens longas são mais confortáveis usando o zori. Eles também são sapatos de hoje praticantes de kendô. Ao contrário do geta, o zori tabi usado sempre. O zori masculinos têm pouco ou nenhum salto, mas no feminino a marca a altura deles: na maioria dos saltos elegantes.


OGI, Ogi é o leque, geralmente feito de ripas de madeira pintadas à mão e um complemento ideal para o yukata e Furisode. O mais apreciado é o hiōgi, madeira de cipreste japonês feito à mão, de que existem muito poucos no país, após o boom econômico dos anos sessenta. O hiōgi masculino deixou undecorated mas as mulheres são pintadas em ambos os lados e às vezes é chamado ou Akoma Koromo Ogi Ogi: linha de roupas. o elegante é deixar o cordel pendente.

 
Espero que tenham gostado!
Extraído de blog amigo:http://japoncentrodecultura.blogspot.com