Fiz esse material para a cadeira de Cultura japonesa que cursei na UFRGS. Contem fotos de diversos eventos inclusive comemorativos do Centenário da Imigração Japonesa no RS.
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Cultura Japonesa
domingo, 15 de janeiro de 2012
Fotos de Família
Esse é o Yuji Katsuo com 2 dias na foto de kimono.Saindo do costume aqui abro espaço para fotos pessoais.Essa é minha família,toda feliz com a chegada do novo membro e este aqui acima é o enfeite na porta da maternidade.Como não poderia deixar de ser ,fazendo jus a nossa paixão pelo oriente (sim,é compartilhada por toda familia), em estilo oriental.Na foto do meio eu com sete meses de gravidez ,Kewian Sathyananda com 5 anos e meu marido Jonas.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
esperando YUJI KATSUO
Bem.. devem ter percebido que estive um pouco ausente... não que seja uma justificativa.. mas estou muito envolvida em meu projeto especial... mando essa foto pra voces pra verem do que se trata..
Acredito que antes do natal será sua "estréia"... Feliz natal para todos!
Acredito que antes do natal será sua "estréia"... Feliz natal para todos!
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Palestra sobre teatro tradicional japones! IMPERDÍVEL
O Escritório Consular do Japão em Porto Alegre promove a palestra
"O TEATRO TRADICIONAL DO JAPÃO"
Uma visão panorâmica de sua história, evolução e função social
Palestrante: PROF. PAULO W. GICK
(JA FUI EM PALESTRAS DELE E RECOMENDO!!)
Estudioso da cultura japonesa de longa data, há anos se dedica a arte dramática tradicional japonesa, adaptando e dirigindo peças do teatro japonês para o público brasileiro, sendo reconhecido e condecorado pelo Japão, por sua valiosa contribuição na promoção e difusão da cultura japonesa.
Dia: 14 de outubro de 2011 (sexta-feira)
Horário: às 19h30min
Local: Faculdade de Educação da UFRGS
Av. Paulo Gama, s/n – térreo – sala 101
Porto Alegre - RS
Entrada Franca
Maiores informações pelo telefone (51) 3334-1299
"O TEATRO TRADICIONAL DO JAPÃO"
Uma visão panorâmica de sua história, evolução e função social
Palestrante: PROF. PAULO W. GICK
(JA FUI EM PALESTRAS DELE E RECOMENDO!!)
Estudioso da cultura japonesa de longa data, há anos se dedica a arte dramática tradicional japonesa, adaptando e dirigindo peças do teatro japonês para o público brasileiro, sendo reconhecido e condecorado pelo Japão, por sua valiosa contribuição na promoção e difusão da cultura japonesa.
Dia: 14 de outubro de 2011 (sexta-feira)
Horário: às 19h30min
Local: Faculdade de Educação da UFRGS
Av. Paulo Gama, s/n – térreo – sala 101
Porto Alegre - RS
Entrada Franca
Maiores informações pelo telefone (51) 3334-1299
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Washi Ningyo
Aconteceu nesta terça -feira dia 04/10/2011, No Instituto de Artes da UFRGS, em Porto alegre,a II oficina de Washi Ningyo,que ministrei em atividade integrante da semana acadêmica.
Como coordenadora do Nucleo de Artes e Tradições do IA, o NATORI-IA, eu ja havia recebido muitos pedidos pra repatir essa oficina , e foi muito bacana. Assim que eu puder posto as fotos pra vocês.
Enquanto isso, deixo um pouco sobre o assunto e um tutorial bem fácil.
As Washi Ningyo, são bonecas proprias da provincia de Tokyo. Tradicionalmente eram dadas
ás meninas para ensinar-lhes a vestir o kimono. Também são utilizadas em cerimonias purificadoras, como no festival Hina Matsuri no qual as bonecas são sopradas e frotadas para posteriormente ser jogadas no rio para que levem toda má sorte com elas.
As bonecas podem representar mitos e motivos da cultura tradicional, costumes, cenas da vida social do Japão, ou mesmo o teatro, os contos, a historia ou as lendas do país. Os personagens comumente representados são geishas e maikos, soldados samurai, figuras e atores do teatro Noh ou do Kabuki, etc., por isso que exigem aprofundamento na simbología dos estampados tradicionais, em códigos de cores e tipologías para o kimono, em elementos de gestualidade e expressões japonesas, em adornos, atributos e penteados possiveis.
São realizadas em dois tipos, as planas chamadas Shiori Ningyo, e as tridimensionais chamadas Anesama Ningyo (literalmente boneca da irmã maior).
Shiori Ningyo

São usadas como marcadores de livros, ou mesmo se emolduram para decoração mural.
Anesama Ningyo
Estas verdadeiras “esculturas” de papel, são montadas em bases para que possam ser apreciadas desde qualquer perspectiva,ou mesmo em meio a pequenos cenários.
A seguir o tutorial para a confecção de uma ningyo básica:
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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
VII Encontro com o Japão-UFRGS
VII encontro com o japão e Seminário de verão de professores de lingua japonesa.
Local: Plenarinho da Reitoria da UFRGSRua Paulo Gama nº 110, bairro Centro - Porto Alegre
Data: 11 e 12 de março, manhã, tarde e à noite
O VII encontro com o japão acontecerá nos dias 11 e 12 de março de 2011. O VII Encontro com o Japão terá um caráter interdisciplinar com comunicações em diversas áreas.
Veja lista de hotéis em Porto Alegre
Inscrições para comunicações abertas até 4 de março de 2011.
Os comunicadores deverão ter titulação mínima de graduandos, em qualquer área do conhecimento. As comunicações serão selecionadas pela comissão organizadora.
Porto Alegre, Campus Centro da UFRGS.
O VII Encontro com o Japão busca proporcionar ao público acadêmico um espaço para discussões, comunicações, mostras culturais e oficinas com temas ligados ao Japão.
Áreas acadêmicas para apresentação de trabalhos
Relato de experiência no ensino de língua japonesa;
Metodologia de ensino do japonês;
História, Imigração e cultura;
Aspectos da etnia japonesa nos dias atuais: língua e literatura;
Artes visuais;
Aspectos da cultura pop japonesa atual: Moda, Música, Mangá, Animes entre outros.
Valor das inscrições
Inscrições para ouvintes: R$ 10,00 - dez reais.
Inscrições para comunicadores: R$ 35,00 - trinta e cinco reais.
Apresentação de trabalhos
Os trabalhos completos deverão ter entre 10 e 15 páginas e no máximo 500 kbytes.
A ficha de inscrição deve conter os seguintes dados:
Nome:
Titulação:
Área da titulação:
Nome do trabalho:
e-mail:
telefone de contato:
instituição ao qual o trabalho está vinculado:
Envie seus dados com o trabalho anexado para o e-mail:
memorialjapao@gmail.com
Normas para o envio dos trabalhos
Trabalhos devem ter entre 10 e 15 páginas.
Fonte Arial 11, espaço 1,5, justificado, recuo de 1,5 cm na primeira linha.
Margem de 2,5 cm esquerda, direita, em cima e em baixo.
Título em Negrito, Arial 11, centralizado.
Nome d@(s) autor(es/as) com alinhamento à direita, com nota de rodapé para informações instituicionais(titulação, instituição, bolsista, etc).
Citações até 3 linhas no corpo do texto. Acima de 3 linhas, com recuo de 4 cm, fonte 10, espaço simples, com espaço antes de depois da citação.
Notas de rodapé somente explicativas. As citações devem seguir o modelo Autor, data ou Autor, data: página (por exemplo: Gonçalvez, 1990, ou Gonçalvez, 1990:15).
Bibliografia no final do texto em Arial 10, espaço
Inscrições VII encontro com o Japão
NEJA-UFRGS / NEP -UFSM
Universidade Federal de Santa Maria
Website construído utilizando o Assistente Web - CPD/2004
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Museu encantador GHIBLI
Museu do anime no Japão
Personagens do mestre do anime, Hayao Miyazaki, ganham vida em atração turística em Tokyo. O lugar é tão disputado que é preciso comprar ingresso com 3 meses de antecedência
por Redação Made in Japan
31.12.2008
31.12.2008
“Mãe, eu quero um desses em casa!” - O Neko-bus de “Tonari no Totoro”(1988) é o personagem mais querido do museu. Apesar dos protestos, é só para menores de 12 anos.
“Professora, quem é esse grandão?”
Mas, o que esperar de um museu idealizado pelo Studio Ghibli, de Hayao Miyazaki, mago da animação japonesa e criador de personagens como o monstro Totoro, que há quase 20 anos faz parte do imaginário de crianças e adultos de todo o Japão? Simples, espere o melhor. E seja persistente, porque o museu é tão famoso que pessoas do mundo inteiro tentam comprar o ingresso com meses de antecedência.
“Vamos nos perder juntos” é o tema desse museu cheio de atalhos e passagens secretas, desenhado pelo próprio Hayao para que as crianças “se percam” dos pais e entrem em uma divertida viagem em que a única coisa que precisam fazer é seguir os próprios instintos.
O Museu Ghibli é quase todo interativo: praticamente todos objetos e máquinas do ambiente foram feitos para que a criança, guiada pela curiosidade, mexa, toque, aperte e abra qualquer coisa que veja pela frente.
“Posso tocar mesmo?”. Nem mesmo as crianças mais atiradas acreditam que grande parte dos objetos está lá para ser tocado. Elas olham desconfiadas para o atencioso staff do museu, que os autoriza a fazer a farra, literalmente.
O maior sucesso do museu é o “Neko-bus”, um enorme gato de pelúcia em formato de ônibus no qual a molecada se amontoa, pula e se diverte como nunca. Um programa obrigatório para todos que possuem um filho pequeno. Se ele já não for tão pequeno assim, continua sendo uma bela dica para um dia de folga em família.
Museu Ghibli
Quando: das 10h às 18h. Fecha em feriados
Local: Tokyo
Tel: 0570-055777
Site: www.ghibli-museum.jp
Como chegar
Pegue o trem expresso da linha JR Chuou. Desça na estação de Mitaka, saída pela face Sul. Há ônibus especiais que saem diretamente para o museu, com apenas 5 min de viagem. O preço da passagem é de 200 ienes.
Venda:
As reservas são feitas em japonês
Reservas pelo telefone: 0570-084-003
Reservas pela internet ou pelo celular: www2.lawsonticket.com
A retirada dos ingressos é feita exclusivamente“¨nas lojas LAWSON (todo dia 10 do mês)
Logo após o portão de entrada, Totoro - personagem-símbolo das produções de Miyazaki - recepciona os visitantes que vem de todos os cantos do mundo.
Veja TambémO criador
Hayao Miyazaki é um dos mais famosos e respeitados criadores de anime. Seu apelido no meio cinematográfico é “Walt Disney japonês”. Isso por causa da qualidade do seu trabalho, as histórias que encantam pessoas de todas as idades e a sua adoração pelas crianças. Além de ser o “pai” do personagem Totoro, criou os filmes “A Viagem de Chihiro” e “O Castelo Animado” - sucessos em todo o mundo.
Miyazaki nasceu em Akebono, bairro localizado em Tokyo, em 5 de janeiro de 1941. Na sua adolescência, sofreu com a doença da mãe: tuberculose espinhal que a deixou de cama por nove anos. O longa Meu Vizinho Totoro é uma homenagem a essa fase da vida do criador, e muitos críticos consideram esse desenho animado como autobiográfico.
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